sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Frota de veículos no Brasil cresce onze vezes mais do que a população

Frota de veículos no Brasil cresce onze vezes mais do que a população
50 milhões de veículos circulam pelas estradas brasileiras

Na última década, o aumento percentual do número de veículos foi onze vezes maior que o da população. De 2001 a 2012, a frota brasileira passou de 24 milhões em 2001 para 50 milhões de veículos. Ou seja, em apenas dez anos, surgiu nas ruas a mesma quantidade de carros criada ao longo de todas as décadas anteriores.  Os dados são do Denatran, compilados pelo Observatório das Metrópoles, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia

O mais impressionante é o espaço que esses carros ocupam. Se fossem colocados lado a lado, demandariam uma área semelhante à de Barbados, no Caribe, terra natal da cantora Rihanna e cenário paradisíaco. Se o ritmo de crescimento da frota brasileira for mantido nos próximos anos, chegaremos a 2022 com mais de 94 milhões de carros circulando pelo país, o que demandaria uma área maior do que a de Singapura para comportar todos eles lado a lado.

Essas comparações partem de uma situação imaginária, em que seria possível colocá-los grudados uns aos outros a ponto de não ser possível nem abrir a porta. Se estacionados de maneira real, claro que demandariam mais espaço. Circulando, então, nem se fala. Apenas para que rodem em segurança e em baixa velocidade, em torno de 40 quilômetros por hora, seria preciso criar uma distância quinze metros entre o carro da frente e o de trás. Até o Brasil pode ficar pequeno.

Criar mais espaço para os carros está longe de ser solução. Obras de ampliação ou duplicação de pistas até melhoram o fluxo de imediato, mas em pouco tempo ficam saturadas, insuficientes para comportar uma frota que só aumenta. O impasse então pode ser resolvido de três formas. Uma é através do desenvolvimento tecnológico dos carros que, com cada vez mais funções autônomas, em trinta anos dispensarão a necessidade de motorista e viajarão no modo piloto automático, como os aviões. Sistemas inteligentes de bordo, parecidos com o aplicativo de sugestão de rotas Waze, deixarão a cargo do veículo a preocupação com trânsito, caminhos e melhores horários para viajar. Google e montadoras como a Volvo têm investido neste segmento .

Vistorias automotivas

Elevam-se o número de carros, aumentam-se as demandas por vistorias veiculares. Consulte os serviços que a Olho Vivo - Criciúma Vistorias possui para você e o seu carro!


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Conheça película permitida para automóveis no Brasil

Conheça película permitida para automóveis no Brasil
Cuidados devem começar na instalação da película e precisam seguir com o passar do tempo

A película automotiva ficou mais famosa com o nome de "filme". Surgiu no início dos anos 80 e foi ganhando público, mas muita gente abusou. Com vidros cada vez mais escuros, a privacidade pode aumentar, mas a visibilidade noturna fica seriamente prejudicada. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) teve de interferir e estipulou a resolução 254, de 2007, que passou a delimitar a porcentagem de luminosidade mínima para cada vidro do carro. 

Pela lei, vidros frontais devem manter no mínimo 75% da entrada de luz, vidros laterais dianteiros, 70%, vidros laterais traseiros, 28%, e vidros dianteiros, 28%. Todos devem ter chancela indicativa no vidro. Quem apelar para o estilo e decidir escurecer mais que o permitido, pode levar cinco pontos na carteira e pagar multa de e R$ 127,69. E remoção da película. 

O principal fator que leva à colocação da película é a segurança, seguida da privacidade. Há no mercado películas com especificações diferentes que ajudam a proteger a pele do sol, manter a temperatura do ambiente, reduzir ruídos ou até criar uma barreira anti-vandalismo. Algumas películas chegam a reforçar o vidro em 18 vezes, e protegem o motorista e os passageiros de estilhaços em caso de impacto, além de barrar 99% os raios UV.


Fonte: Revista Auto Esporte


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Carros rebaixados sem padronização trazem problemas aos motoristas

Carros rebaixados sem padronização trazem problemas aos motoristas
Vistoria veicular autentica alteração da suspensão

O vendedor William Figueiredo teve problemas em uma blitz quando trafegava com o veículo Astra em condições irregulares por estar rebaixado. Ele precisou investir nas modificações do carro, ao levantar a suspensão, sistema de iluminação e inclusive as rodas para aro 16. Assim como Figueiredo, aumentam a cada dia os casos de carros rebaixados que passam do limite máximo de 50 centímetros do chão, contados a partir do limite inferior do farol.

A Olho Vivo Vistorias foi a responsável por autenticar as novas modificações do veículo Astra. Mesmo com todas as alterações que foram necessárias realizar, o motorista enaltece o trabalho da empresa. "Já atuei na venda de carros e sempre trazia os veículos para fazer a vistoria aqui. Os profissionais são bem qualificados", ressalta.

Informações sobre a vistoria para carros rebaixados via telefone (48) 3430.1362


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Justiça decide que Detran não pode exigir nova taxa se veículo for vistoriado por empresa especializada

Justiça decide que Detran não pode exigir nova taxa 
se veículo for vistoriado por empresa especializada

Desde 2013, a 2ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina manteve decisão da comarca da Capital que determinou ao Detran que se abstenha de exigir o pagamento de taxa de validação de vistoria veicular, quando esta for realizada em empresa devidamente credenciada para fazê-lo. O Estado, em seu recurso, afirmou que a exigência da taxa está amparada em lei e tem por justificativa a necessidade do Detran em cobrir custos administrativos para validar os serviços de vistoria prestados por empresas credenciadas. 

A câmara, contudo, entendeu que o tributo surgiu como uma sanção aplicada pelo órgão público em desfavor das empresas credenciadas para realizar as vistorias, situação que inviabilizaria comercialmente os serviços. A autorização para que as empresas credenciadas ofereçam e cobrem pelo serviço de vistoria foi concedida pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

“Uma vez autorizadas [as empresas credenciadas] pelo ente estatal a fazer parte do sistema de regularização veicular, [...] a nova cobrança é duplicidade de cobrança escancarada”, comentou o desembargador João Henrique Blasi, relator da matéria. Acrescentou que pouco importa se houve delegação para tal serviço, pois "serviço público delegado também é serviço público". Os magistrados, por fim, afirmaram pouco provável que o Detran tenha gastos próprios que importem recobrança. 

   O relator enfatizou que tais gastos são os desembolsos normais que uma repartição pública tem para o seu cotidiano. "Não há sentido em dizer que a validação gerará um trabalho em particular. O labor que gera o pagamento é a vistoria. Ela foi feita e remunerada. Aquilo que vem depois é um desdobramento do serviço já efetivado", finalizou Blasi.  A votação foi unânime (Apelação Cível

Fonte: Inpea

Quais os carros mais roubados e clonados no país?

Quais os carros mais roubados e clonados no país?
Confira os cuidados para não comprar um veículo com problemas

Gol é o carro mais roubado e clonado segundo pesquisas
Você sabia que os modelos populares e com mais tempo de mercado continuam encabeçando a lista dos carros mais roubados e clonados no país? Em recente pesquisa realizada pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNseg) mostra que VW Gol, Fiat Uno/ Mille e Palio, Chevrolet Corsa e Celta e Ford Fiesta não são apenas os campeões de venda no mercado nacional, mas também o alvo predileto dos ladrões e consequentemente da clonagem.

De janeiro até novembro de 2012, esse grupo representou cerca de 40% do total de casos registrados, que somou 233.159 unidades. Como estão em grande quantidade nas ruas, eles chamam a atenção, pois geram uma demanda aquecida de peças no mercado paralelo ilegal. Além disso, existe uma facilidade em revendê-los com os chassis “clonados”. Para chegar à lista, a entidade se baseia no banco de dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

O Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil) divulgou recentemente um ranking dos veículos mais difíceis de furtar. Chamado de Índice de Furto, ele analisa a vulnerabilidade a furtos dos veículos vendidos no Brasil, a qualidade e a quantidade dos dispositivos que protegem o automóvel dos ladrões. O programa verifica ainda a fragilidade de seis itens de segurança: imobilizadores, alarmes, travamento do volante, vidros, chave do veículo e posição da bateria, sendo que chave e alarme possuem pesos maiores na avaliação, seguidos do imobilizador e dos itens remanescentes.

Segundo o levantamento, o Chevrolet Cruze LTZ é o mais seguro, com 4,5 estrelas em um total de cinco possíveis. O Ford Ka Sport aparece em segundo lugar, com 3,5 estrelas, seguido por todas as versões dos modelos Civic e Fit, ambos da Honda, e dos Chevrolet Cobalt (LT e LTZ) e Cruze LT, todos com três estrelas. Vários modelos aparecem em quarto lugar, representando as marcas Chery, Chevrolet, Ford, Nissan, Renault e Volkswagen. Curiosamente, a Fiat só surge em sexto lugar, com o Grand Siena.

Na parte de baixo da tabela, os chineses dominam as últimas colocações, com meia estrela em cinco possíveis. Entre os mal qualificados estão os modelos da JAC (J3, J3 Turin, J5 e J6) e o Chery QQ. Foram avaliados os vinte carros mais vendidos do Brasi e suas respectivas versões, somando 118 veículos, além de produtos de três montadoras chinesas. O ranking completo pode ser visto no endereço www.cesvibrasil.com.br/email/Imprensa/Ranking_Indice_de_Furto.pdf.

Como evitar a compra de veiculo clonado
Para especialistas em segurança, a melhor forma é realizar uma vistoria cautelar em uma empresa credenciada junto ao Detran para a emissão de um laudo de vistoria com todo o histórico do veículo. "O ideal é o cliente fazê-la antes mesmo de adquirir o veículo. Uma simples atitude que pode prevenir muita dor de cabeça no futuro", explica o Técnico em Vistorias da Olho Vivo, Rodolfo Pavei.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Acompanhe na integra Newsletters da Olho Vivo Vistorias de Criciúma

Acompanhe na integra Newsletters da Olho Vivo Vistorias de Criciúma


Vistoria evita problemas futuros na compra de veiculo usado

Vistoria evita problemas futuros na compra de veiculo usado

Comprar um veículo usado nem sempre é tarefa fácil. Muitas vezes por fora ele aparenta estar em perfeito estado, entretanto, pode ser que tenha sido adulterado ou apresente reparos estruturais.

Em Criciúma existe o serviço de vistoria de automotivos, justamente para evitar a compra de veículos com problemas, promovendo mais segurança, e também garantindo tranquilidade.

“A vistoria é a maneira mais segura, transparente e econômica de comprar um veículo usado e evita surpresas indesejadas”, explica Júnior Demarch, da Olho Vivo Vistorias de Criciúma.